JUNTAS SOLDADAS DO AÇO DOMEX 700 POR ARAME TUBULAR COM 1,5 DE NIÓBIO NO FLUXO

  • José Nilton de Souza Junior Estudante do Curso Superior de Tecnologia em Mecânica: Processos de Soldagem da Faculdade de Tecnologia Deputado Waldyr Alceu Trigo, de Sertãozinho – São Paulo – Brasil.
  • Vinícius Fauro Martins Estudante do Curso Superior de Tecnologia em Mecânica: Processos de Soldagem da Faculdade de Tecnologia Deputado Waldyr Alceu Trigo, de Sertãozinho – São Paulo – Brasil.
  • Antonio Carlos Muniz Ventura Junior Prof. Especialista/Mestrando da Faculdade de Tecnologia Deputado Waldyr Alceu Trigo, de Sertãozinho – São Paulo – Brasil.
  • Maria Aparecida Bovério Profa. Pós-Dra. da Faculdade de Tecnologia Deputado Waldyr Alceu Trigo, de Sertãozinho – São Paulo – Brasil.
  • Raquel Gomes Meirelles Prof. Esp. da Faculdade de Tecnologia Deputado Waldyr Alceu Trigo, de Sertãozinho – São Paulo – Brasil.
Palavras-chave: Nióbio. Aço Domex. Soldagem.Arame tubular.

Resumo


Esse artigo apresenta os resultados de uma pesquisa sobre a soldagem em aço Domex no processo por arame tubular com 1,5% de nióbio em seu fluxo. Para isso, o tema-problema dessa pesquisa foi avaliar de que maneira o nióbio influência o aço Domex 700 no processo de soldagem por arame tubular. Os objetivos específicos buscaram, na literatura, os conceitos centrais de processo de soldagem de arame tubular, a compreensão da importância do aço Domex 700 para saber sobre sua reação com o nióbio, e a descrição das propriedades do “nióbio. Os procedimentos metodológicos pautaram-se na pesquisa bibliográfica, documental e laboratorial realizada nos laboratórios de Ensaios Mecânicos e Análise Metalógraficas da FATEC de Sertãozinho/SP e no laboratório de medicina da USP, de Ribeirão Preto/SP.  Os resultados indicam que no ensaio de impacto os corpos de prova apresentaram maior tenacidade na ZTA em função de maior presença de bainitas inferior e ferritas aciculares, diferentes do metal de solda, que apresentaram maior dispersão de microconstituintes e carbonetos de nióbio precipitados nos contornos de grãos da ferrita acicular. Os ensaios de tração os corpos de prova transversais CP 1 e CP2 romperam na solda, devido ao resfriamento rápido proporcionado pelo ciclo térmico e por trabalhar com soldagem multipasses, obtendo bons resultados de resistência comparado ao do metal de base. No ensaio de dureza todos os CPs tiveram resultados corroborando com os resultados destrutivos do material de solda. Assim, é possível concluir que com à adição de 1,5% de nióbio no fluxo do arame tubular há uma boa interação de fusão no metal de solda, precipitando na forma de carbonetos ao longo dos contornos de grãos.

Publicado
28/12/2020
Seção

Mecânica e Metalurgia de Transformação / Fundição e soldagem